Porto de Manaus

A RE-INVENÇÃO DO PORTO (LOGÍSTICA)


Percebemos: crescimento orgânico e não planejado em alta velocidade tornavam o Porto de Manaus incompatível com as necessidades. Baixa produtividade, acidentes, perda de mercadorias e principalmente de tempo eram registradas.

Idealizamos: desenvolvemos um modelo de gestão para o porto que considerasse cada uma das vocações originais e, ao mesmo tempo, as demandas atuais. Separamos passageiros de carga, peixes e de turistas. Um projeto de planejamento estratégico com fortes inovações, mas com foco em sustentabilidade e nas vocações originais do lugar. Simulações em base a dados levantados in loco. Estratégias e soluções diferentes para cada vocação, mas integradas em um só modelo de gestão.

Construímos: salto de produtividade e efetividade do Porto. Desenvolvimento regional. O modelo proposto concorreu a prêmios internacionais e a população local e os usuários do Porto tiveram enorme salto de qualidade de vida.


Até a chegada da Pieracciani, o Porto da Zona Franca de Manaus era um verdadeiro caos. Não tinha conseguido acompanhar o crescimento da região e da demanda de navios e embarcações vindos de todos os lugares do mundo. Carga, turismo, peixes e passageiros de municípios do interior se misturavam em um cenário de guerra. O porto havia parado no tempo, o que resultou em um problema de alta complexidade. Um verdadeiro nó que precisava ser desatado. Os navios de turismo aguardavam dias para atracar no porto porque cargas de peixe retardavam a fiscalização. Navios com produtos eletrônicos não podiam ser desviados para outro porto e atrapalhavam o fluxo das demais embarcações.

Ao trabalhar com a Tecnologia de Gestão mais avançada à época – que envolvia logística e sustentabilidade –, a Pieracciani fez um estudo profundo de toda a estrutura, geografia, dos recursos humanos, do funcionamento, das rotas e dos atores que direta e indiretamente circulavam no porto para desenvolver soluções capazes de melhorar sua eficiência e, consequentemente, o tráfego de navios. Identificou que o porto tinha ao mesmo tempo vocações, tensões e histórias diferentes. Avaliou cada uma das dinâmicas separadamente, mapeou necessidades e possibilidades e, com o apoio de engenheiros e arquitetos especializados, redesenhou o porto partindo do zero. Concebeu uma solução completamente nova separando por área cada uma das necessidades do porto: navios de turistas, passageiros, carga e, finalmente, peixe. Desenvolveu e projetou uma nova infraestrutura que atendesse da melhor forma a cada uma dos diferentes necessidades específicas. O impacto foi imediato, resultando em aumento de eficiência das diversas cadeias produtivas (turismo, comércio exterior, alimentação, entre outras) envolvidas com o porto.

Hoje a realidade local é completamente nova. Há um forte desenvolvimento e ele se baseia fundamentalmente no modelo criado.

Créditos Fotografias: ME/Portal da Copa

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