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A indústria 4.0 e as grandes transformações na cadeia de valor

A velocidade das mudanças é intensa. Cada vez mais o cliente paga pelo que você é, o que você representa, […]

A indústria 4.0 e as grandes transformações na cadeia de valor

A velocidade das mudanças é intensa. Cada vez mais o cliente paga pelo que você é, o que você representa, aquilo que ele, cliente, sente, e não pelo produto que você faz. As empresas que aprendem melhor com seu processo são aquelas que melhores respostas darão à sociedade, clientes, colaboradores, investidores e demais atores interconectados.

A nova indústria nasce com esta perspectiva. Conhecer melhor cada fase, e com mais dados, para que seus colaboradores possam realmente entender melhor, corrigir processos e produtos se for o caso, e avançar.

As mudanças em curso, rápidas como o vento, equivalem à diferença entre o telefone fixo e o smartphone de última geração. Da mesma forma como impactam a operadora de telecomunicações, agem sobre toda a cadeia de fornecimento e uso de determinados bens e serviços.

A indústria 4.0 não é a indústria que compra máquinas digitais e as instala aleatoriamente. A nova geração, antes das máquinas, está interessada em entender e modificar seus processos, e para isto recorre às informações necessárias que serão captadas de diferentes maneiras.

Possuir ou comprar máquinas e equipamentos modernos não servirá mais do que tanto se não conseguirmos aprender e utilizar as informações geradas para evoluirmos constantemente. A empresa que desejar montar só o equipamento de última geração, chave na mão, e começar a operar e só, não tardará a falir.

O mais importante da nova onda é a geração contínua de conhecimento. Dados cada vez mais precisos serão a base de pesquisa e desenvolvimento de novos projetos. Novos projetos que trarão maior eficiência operacional, e quando falamos em eficiência tem que ser na cadeia de valor e em todos os envolvidos. Novos projetos que possibilitarão mais funções e capacidade de aprender para os usuários. Novos projetos que envolverão o melhor das capacidades e especialidades disponíveis.

A capacidade de entender melhor os fenômenos que permeiam toda a rede que envolve uma certa operação auxiliará nos processos de planejamento e cálculo de retorno dos investimentos. Investimentos que trariam valor agregado muito superior ao tradicional quantitativo de produção, de vendas ou faturamento. O principal valor agregado será o conhecimento e a capacidade de inovar e de mudar tudo rapidamente bem antes da maioria dos concorrentes no mercado.

O retorno sobre investimento é mais assertivo no mundo virtual. Além do fato de que toda experimentação pode ser feita sobre linhas digitalizadas, do projeto ao serviço, teríamos mais e melhores informações do campo e da produção, possibilitando ainda mais dados e mais conhecimento antes da mudança ou novo projeto. E assim a cada novo projeto teremos mais precisão de dados e mais próximos estaremos do objetivo técnico e econômico.

Saber ponto a ponto “como vai a viagem”, sem dúvida, será o grande valor. Vender ou mostrar o conhecimento do processo valerá mais, muito mais, do que simplesmente a entrega do produto ou a simples chegada ao destino.

E por último, lembrar que adicionar inteligência às máquinas e processos para tornar as fábricas mais eficientes depende antes de mais nada de um bom sistema de gestão da inovação, de adequado ambiente para que isto ocorra, e principalmente de pessoas capacitadas e focadas no aprendizado contínuo, na pesquisa e desenvolvimento das soluções, e preparadas para manter a revolução constantemente em curso.

Tecnologias digitais, como internet das coisas, inteligência artificial, big data, realidade aumentada e tantas outras já consolidadas em formato genérico, estariam prontas para serem “aplicadas”, porém outras tantas tecnologias e possibilidades serão criadas rapidamente. Este fato implica em uma contínua sintonia das equipes técnicas, literalmente no “saber como” se desenvolver e aplicar as adequadas ferramentas ao longo do tempo.

Como na medicina, diagnósticos cada vez mais precisos serão possíveis, propiciando a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias e novos conhecimentos para fazer frente aos desafios que simplesmente antes não se sabia que existiam.

Recente estudo da Confederação Nacional da Indústria mostra que ainda estamos engatinhando. Apenas 2% das fábricas estariam prontas para o novo salto tecnológico. Temos um longo caminho pela frente, mas o tempo para a adequação de nosso parque industrial é cada vez mais exíguo. E além de tudo, segundo dirigentes da indústria nacional, falta um ambiente de estímulo aos investimentos e à inovação no Brasil, demandando ações concretas por parte do governo e do congresso referentes à política fiscal e à desregulamentação.

Enquanto aguardamos melhores dias no que tange aos investimentos produtivos só nos resta preparar e capacitar nosso potencial humano. Talvez no futuro ainda tenhamos tempo.

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